11 de jun de 2017

A minha vida vale mais do que a sua?

Pare e pense. Inverta a questão, também: a sua vida vale mais do que a minha?

Por mais singela que essa pergunta pareça, e por mais que você vá responder categoricamente que não!, nenhuma vida vale mais do que a outra!, eu peço para que você sinceramente pare e reflita.

Quantas vezes pensamos e agimos como se nossa existência tivesse, sim, mais valor que a do outro? Isso se dá em pequenas atitudes. Instintivas, sobretudo. 

Nem raciocinamos sobre, mas estamos lá, pensando ou agindo como quem se acha superior.

Você quer um exemplo? Não é difícil encontrá-lo. Analise a si próprio, e aos seus próximos (sem o fim de julgá-los, obviamente). Encontrará diversos.

Superar o egoísmo - gerador primário de toda crença responsável por colocar você acima dos outros, direta ou indiretamente, consciente ou inconscientemente - é uma necessidade para quem quer deixar para trás o lado animalesco que carrega.

É verdade: ainda carregamos um lado animalesco - naturalmente. Saímos, na escala do Universo Cósmico, há pouco tempo do estado irracional ou semi-racional dos animais. Hoje, somos animais racionais. Estamos aprendendo a lidar com isso (razão, consciência, liberdade, livre-arbítrio, etc). 

Decepcionante? Para quem desconhece essa realidade, é chocante descobri-la de súpeto. Mais fácil negar.

Fato é que não superaremos nosso atual estado de ser, isto é, nosso apego ao bruto (material), sem esforço constante e contínuo no bem

Você pode começar a fazer isso - exercer tal esforço para melhorar intimamente - refletindo sobre a pergunta do título. E desejando, realmente, combater toda a ideia ou sentimento de que você vale mais do que o outro.

3 de abr de 2017

Quem tem medo da dor?

O medo, enquanto típica preocupação, é uma criação que imagina o que não existe, dando vida a um imaginário temor, o qual, então, começará a atormentar seu criador, porque em sua mente o temor é real, está idealizado e projetado. 

Em suma, nos preocupamos com coisas que não existem. Temos medo de problemas inexistentes - como se já não bastassem os existentes! 

Entre tais medos imaginários - e não creio que todo medo seja imaginário, então vamos tratar do medo que seja essa típica preocupação nossa de cada dia -, podemos abordar o medo da dor. 

Genericamente, tememos sofrer. Você não?

Pode ser algo ''material'', como a pessoa que vai ao médico por motivos irrisórios, a fim de se precaver, achando que está com uma grave enfermidade, ou algo puramente mental. 

Explico. 

Algumas pessoas estão tão viciadas em problemas que acabam por viver criando os mais diversos: não só doenças, mas todo o tipo de erro. Seja na vida amorosa, financeira, em todas as suas relações sociais, enfim, nos amplos campos da vida.

Esperar o pior, isto é, esperar o sofrimento, pode se tornar um vício, se não nos tornarmos atentos para isso. Se você não tem esse problema, tente observar as pessoas que têm e, compreendendo-as, auxiliá-las. 

Outra questão, dentro deste assunto, é se faz sentido ou não temermos o sofrimento. 

Afinal de contas, não devemos procurar a dor. Você não deve castigar o seu corpo físico e mental por achar que isso vai elevá-lo espiritualmente. 

Evitar a dor, naturalmente humano, tanto biológica quanto espiritualmente falando, ainda é diferente de temê-la. 

Se sabemos que estamos neste planeta - mais especificamente, nesta reencarnação - dispostos a enfrentar provas e expiações, que temos débitos cármicos, que temos a Justiça e a Misericórdia Divinas impondo suas Leis, e que jamais o fardo será superior a capacidade de quem deve carregá-lo, bem como, por final, que não existem injustiças no Universo, por que temer qualquer sofrimento que seja?

Não faz sentido, destarte, nos preocuparmos com sofrimentos irreais. Quaisquer sofrimentos reais, ou seja, que se concretizarem em nossa vida, estarão de acordo com a Lei do Carma, e também da Justiça e da Misericórdia Divinas. 

Livre-se do medo da dor. Livre-se da criação imaginária de problemas e sofrimento. Viva a sua vida no presente, sem se distrair com tormentos de um futuro que ainda não chegou. 


5 de fev de 2017

Reflexões sobre obsessão espiritual: O que seus sentimentos estão alimentando?

Tão logo alguém se familiariza aos conceitos espíritas e espiritualistas, acaba por saber do que se trata o termo ''obsessão espiritual''.

Obsessão espiritual é um estado de influência maléfica entre desencarnados e encarnados, ou encarnados e encarnados, ou - ainda - entre desencarnados e desencarnados. 

Em outras palavras, você pode ser influenciado negativamente por um espírito desencarnado, ou influenciá-lo. Pode influenciar um encarnado ou ser influenciado por ele - tudo isso de tal forma que existe uma simbiose, com polo ativo e polo passivo, a ponto de as duas partes terminarem prejudicadas.

O exemplo mais comum é o de alguém que durante a vida é alcoólatra, desencarna e passa a obsidiar encarnados no momento em que esses bebem (ou até incitar a vontade em outros que têm predisposição). O mesmo poderia valer para outras drogas, comida em geral, pornografia, enfim, qualquer vício. 

Em suma, o vício remete a uma cadeia: o viciado em posse de corpo físico e o viciado desencarnado, este último sendo necessitador do encarnado para aliviar seu vício.

Entretanto, seria simplório imaginar que isso acontece apenas com vícios tais quais os expostos acima. Sentimentos, como o orgulho e a vaidade, a arrogância, igualmente podem imantar à aura de seu geradores espíritos baixos, desta mesma vibração.

Mais um exemplo:

Imagine que você está desejando o mal a alguém que te fez mal. Neste momento, você também estará sendo sintonizado a espíritos desta vibração, com desejos similares. E eles tentarão explorar você, pois cada pensamento seu negativo, de desejo do mal, é similar a um alimento para eles.

Espíritos trevosos não desejam apenas alcoólicos e drogados em geral. Esses são os simplórios. As hordas mais vis e baixas que ainda têm vez neste planeta exploram a sua capacidade de ser como eles: de ser ruim, no amplo sentido. Isso é bem mais grave do que beber cerveja no final de semana. 

O ciclo é perigoso, sobretudo, porque você, com 1% de disposição para o mal, acabará com 2% ou 3%, ou sabe se lá quanto mais, após receber as influências desses espíritos, uma vez que eles estarão ligados a você (por isso você os alimenta, pois sua energia passa a ser também a energia deles).

Cuidado com o que você deseja e para quem você deseja. Lembre-se que estará, possivelmente, alimentando espíritos que estão vendo em você uma boa fonte para alimentá-los - não só a curto prazo: pode estender-se por mais de uma encarnação. 

Então, o que seus sentimentos estão alimentando?

26 de dez de 2016

Recomendações de leitura para aprimorar sua espiritualidade em 2017

É comum, pela mistura de calor e recessos, estarmos no modo ''lento'' em meses como janeiro e fevereiro. 

Pensando nisso, deixo para você dicas de leituras que me marcaram em 2015 e 2016 e, portanto, recomendo-as! 

Feliz ano novo! Feliz 2017! 

Livro: Em Busca De Sentido


O fundador da Logoterapia mostra aqui como foi a sua própria experiência em busca do sentido da vida num campo de concentração durante a Segunda Guerra Mundial. Apresenta também, numa segunda parte, os conceitos básicos da logoterapia.


Livro: Encontro com a Vida


O sangue de Jesus tem poder!´, ´Tá amarrado, em nome de Jesus!´ são expressões triviais de alguns fiéis evangélicos, mas que às vezes assinalam acontecimentos extraordinários, dentro e fora das igrejas. Milagres ou não - que importa? São os espíritos ou anjos de Deus que incorporam em pastores, inspiram médiuns e profetas e descortinam os caminhos da espiritualidade sem fronteiras. Não amarrados, mas com o poder do Evangelho de Jesus, os emissários do Alto atuam onde é necessário e onde quer que a fé genuína se manifeste. Em meio às drogas e ao fantasma do HIV, uma mãe tomada pela fé e um jovem espírita unem-se em prol de Joana. Em seu despertar, ela conduzirá você por um caminho que deixa claro que as barreiras e preconceitos não resistem à força soberana do amor.


Livro: Viagem Espírita em 1862 (Ilustrado)


"A maioria dos espíritas conhece as obras básicas da Doutrina Espírita, especialmente O Livro dos Espíritos, repositório de seus princípios fundamentais, e que Allan Kardec desdobrou nos demais volumes que constituem a Codificação Espírita.
Muitos, no entanto, ignoram as dificuldades que Kardec enfrentou para que a Doutrina Espírita se tornasse conhecida e praticada naqueles tempos tão difíceis do século XIX, justamente por não compulsarem outros escritos que ele deixou, enfocando de maneira surpreendente suas diretrizes para o Movimento Espírita."


Livro: Os Espíritos em Minha Vida


Zezinho, o amigo de infância. Joseph, o médico e pai, que retira Robson Pinheiro incorporado do CTI após 19 dias de coma. Zarthú, o silencioso mentor que assume o médium dentro da igreja evangélica e se dirige aos fiéis. Pai João de Aruanda, o pai-velho que atuava através da mãe de Robson e lhe ensinou sobre ervas, justiça, coragem e mudança. "Honre as calças que você veste", disse ao marido que desejava agredir a mulher, antes de lançar um armário sobre ele. Everilda Batista, a mulher que recebeu o presente de casamento dos irmãos durante o noivado - um bebê abandonado - e fez da adoção de almas sua obra de educação. As memórias de Robson Pinheiro ao viver tudo isso e dizer, com convicção: "A mediunidade deve lhe dar prazer, se não há algo errado. E não é com a mediunidade". Inclui CD: os espíritos falam na voz de Robson Pinheiro: Joseph Gleber, José Grosso, Palminha, Pai João de Aruanda, Zezinho e Exu Veludo.



Livro: O Partido. Projeto Criminoso de Poder - Volume 1


"Gravíssima obsessão complexa ameaça a sociedade. Um projeto de poder alicia políticos, empresários e cidadãos. Magos negros, espectros e especialistas em hipnose coletiva executam os ardis do plano diabólico e voltam a artilharia para Brasília. Os guardiões superiores enfrentam a horda das trevas, mas não agem à revelia. A justiça divina impõe-se à justiça humana. Mas a história está longe do fim."



Livro: Espírito/Matéria - Novos Horizontes para a Medicina


Este não é mais um dentre tantos livros sobre Espiritismo, esoterismo, psiquismo ou medicina alternativa. Tampouco é um manual de auto-ajuda. Trata-se de um aprofundado estudo sobre o uso de energias mentopsíquicas, associadas ao mediunismo, de maneira a constituir-se numa valiosa terapia coadjuvante ao tratamento de enfermidades e processos obsessivos diversos.

Inúmeros casos de estudo, minuciosamente relatados, permitem ao leitor atento compreender complexos problemas de saúde humana e seu tratamento através de terapia inovadora e eficaz.

Os procedimentos ou técnicas propostas baseiam-se em conceitos e leis, desenvolvidos e enunciados pelo autor, após duas décadas de estudo minucioso e atendimento a consulentes sofredores de patologias as mais variadas, com ênfase naquelas de origem psicossomática.

Para a explicação dos insólitos fenômenos observados, o autor valeu-se de aprofundados conhecimentos de matemática, eletromagnetismo e física quântica. Sem postular a condição de uma nova ciência, doutrina espiritualista ou filosófica, a Apometria tem muito de todas elas, constituindo-se num valioso instrumento de trabalho a quantos, em centros espíritas ou casas umbandistas, dedicam-se a servir ao próximo com amor e por amor.



Livro: Energia e Espírito


Este livro tem por finalidade auxiliar os trabalhadores do campo do psiquismo, através do relato de experiências levadas a efeito com habitantes da dimensão espacial, vizinha ao mundo físico em que vivemos, ou seja a dimensão extrafísica, onde residem os seres que deixaram o corpo carnal.

A Apometria, técnica desenvolvida pelo Dr. José Lacerda de Azevedo, revolucionou as possibilidades anímico-mediúnicas, abrindo novos horizontes no campo das pesquisas psíquicas.

O livro Energia e Espírito, retrata aspectos dessa nova realidade , tornada palpável graças à Apometria. É um compêndio de Medicina Espiritual, mas aquela medicina a que Allan Kardec tantas vezes se referiu e que o Dr. Bezerra de Menezes idealizava como soberana conquista do saber científico, porquanto voltado às origens espirituais das enfermidades. 

Livro elucidativo para diversas questões que permanecem ocultas ao intelecto da humanidade, além de nos fazer refletir profundamente sobre temas conhecidos, porém de pouca atenção até o momento. Para quem é ou não da Umbanda, para quem quer conhecer o universo espiritual, este livro é altamente recomendado. 


Livro: Jardim dos Orixás


Livro elucidativo para diversas questões que permanecem ocultas ao intelecto da humanidade, além de nos fazer refletir profundamente sobre temas conhecidos, porém de pouca atenção até o momento. Para quem é ou não da Umbanda, para quem quer conhecer o universo espiritual, este livro é altamente recomendado. 


Observação: nunca é demais dizer que nenhum livro deve ser lido como possuidor da Verdade. Ninguém, nem encarnado nem desencarnado, escreveu algo absoluto. Temos apenas pretensões de verdades, as quais servem para aprimorar nossa maturidade moral e intelectual. 





13 de nov de 2016

Por que não usamos a fé que temos?

Jesus disse, quando esteve entre nós, que se tivéssemos fé de um tamanho de um grão de mostarda poderíamos mover uma montanha. Em outras palavras: um pouquinho de fé pode fazer bastante por nós

É lógico que o Cristo não se referia a você ganhar na loteria ou ter os seus problemas resolvidos com uma oração no fim do dia. Não, a fé não vai resolver seus problemas como mágica. 

O que a fé pode fazer por mim, então?, você deve estar se perguntando. Felizmente, eu não sei a resposta dessa pergunta. Ainda. Digo felizmente porque quero ter a oportunidade de descobrir. 

Mas o que sei, e isso é uma das coisas que a fé pode fazer por você, por mais que ela não vá te trazer roupas novas ou solucionar o problema de relacionamento que você tem com seu pai/mãe/filho(a), é que ela, a fé, pode te ajudar a suportar as piores coisas da sua vida de uma forma que a razão humana, ou as formas de expressão humana (como esse texto!), nem estão perto de entender.

A fé blinda da maldade alheia, a fé faz quem está a beira da morte continuar vivendo, a fé transforma a realidade. Tudo isso parece mais milagroso do que materializar uma roupa cara, concorda? E são, de fato, milagres (no sentido vulgar do termo). 

A fé faz isso por muitas pessoas que estão neste planeta (e, para minha alegria, já conheci algumas delas). São pessoas normais, não são anjos, não estão livres de pecados graves nem mesmo na encarnação atual. Contudo, souberam e sabem aproveitar a fé que têm, ainda que pequena como um grão de mostarda, para fazer verdadeiros milagres em suas vidas. 

A fé não vai te ajudar em futilidades. Desista. Mas no resto, em nossas necessidades reais (sejam elas físicas ou espiritais, e ressalto que físicas também, pois temos um corpo físico e estamos longe de viver além da ilusão que é o mundo material), a fé pode, sim, ajudar você a transpor problemas do tamanho de uma montanha, que parecem intransponíveis!

E na pior das hipóteses, tenha a certeza do que eu já disse mais acima: se estiver tudo ruim, difícil, doloroso, amargurado e complicado, agarra-se na fé que você tem, use-a de verdade!, pois ela o manterá forte. Depois - sempre há o depois -, enxergando melhor, vemos que nada é por acaso, nem mesmo o sofrimento. 

E a fé, assim como a verdade que nos liberta, permite-nos carregar nossa cruz de um jeito que nem a diminui ou a engradece, mas nos faz mais fortes do que a própria cruz

15 de set de 2016

Atenção espíritas, umbandistas e espiritualistas em geral: a caridade precisa ser um fim em si mesma!

Você trabalha espiritualmente de alguma forma? Dedica o seu tempo para servir como instrumento dos Espíritos? Seja qual for a religião/doutrina/culto que tenha escolhido para isso, é bom lembrarmos algo que por vezes, inconscientemente e subconscientemente, foge-nos: o propósito de tudo isso.

Por que você vai ao centro espírita dar passe (exemplo)? Por que você vai ao terreiro girar com o seu caboclo (exemplo)? 

Em primeiro lugar, imagino, porque isso te faz bem. Mas e o que mais? O que te move a fazer isso toda semana? 

O trabalho espiritual deve se fundar em um propósito primordial: a vontade, o animus, de auxiliar desinteressadamente quem precisa. É por isso que recebemos a faculdade mediúnica e espíritos comprometidos com a causa do bem.

Não é para sermos ''estrelas'', ''bem vistos'' ou qualquer asneira do gênero. Não é para nos exibirmos, nos acharmos superiores ou intocáveis. Na verdade, a faculdade mediúnica, na maioria absoluta das vezes, com raríssimas exceções, é um atestado que falhamos miseravelmente no passado

A mediunidade é a oportunidade recebida por milhões de espíritos que se encontram encarnados no Brasil (falando especificamente, mas, obviamente, ocorre no mundo todo) atualmente para se corrigirem e, desta vez, errar menos do que antes. Contam, para tanto, com a influência de seus guias e protetores, que fazem a caridade através dos ''aparelhos mediúnicos''.

Por isso, lembre-se, da próxima vez que você for trabalhar mediunicamente: o dom (ou capacidade, como alguns sabiamente preferem) lhe foi dado. Se você aceitou o compromisso, trabalhe com integridade e dedique-se de corpo e alma. 

Dedicar-se de corpo e alma é não buscar nenhuma recompensa. A recompensa de quem serve como instrumento do bem, de quem se faz ativamente um auxiliar dos que estão necessitados, é o resultado! É a consciência de dever cumprido.

Que a caridade, para todos nós, seja um fim em si mesma. Que nossa consciência jamais precise de subterfúgios ou motivações mesquinhas para servir. 

Que sejamos, pois, em meio a toda nossa falência, dignos do Reino de Cristo!





2 de ago de 2016

Inteligências ocultas no planeta Terra: entenda os segredos de nossa história e seus bastidores espirituais

Você se sente curioso para entender o que há por trás da história espiritual da Terra? Quem são os espíritos que influenciaram e influenciam bilhões de espíritos, através da religião, da ciência, da cultura, etc.? 

De onde vêm, para onde vão, enfim, quem são as inteligências trevosas que fizeram do nosso planeta um laboratório para seus planos menos dignos, como a Segunda Guerra Mundial? E, claro, como a Providência Divina interfere para o progresso de todos, inclusive desses espíritos?

De ordinário, são eles [Espíritos] que nos dirigem. Nem sempre para o bem. Nem sempre estamos no controle, também somos influenciados pelos planos e ataques coletivos dessas inteligências sombrias. E a principal arma deles é o anonimato! A descrença! A ignorância! É isso que os deixa tão poderosos - e é o que precisamos combater.

Ler é um remédio para a ignorância da qual ainda somos apegados. Quando estudamos a realidade espiritual, ficamos menos vulneráveis. E, compreendendo o mundo, compreendemos a nós mesmos. O caminho da felicidade é esse: conhecimento e autoconhecimento. 

Por isso, começar entendendo nossa própria casa cósmica é praticamente um dever! O planeta Terra é o lar reservado a nós por Deus. Sua história é repleta de altos e baixos pouco ou quase nada conhecidos pela história tradicional e que fazem toda a diferença para, afinal, sabermos onde estamos inseridos no universo.

Existem três livros que, particularmente, fizeram toda a diferença para mim nesse aspecto. Eu vou deixá-los indicados para você a seguir. O preço dos três juntos é razoável, caso queira fazer o investimento, o que eu recomendo (e no link abaixo estão com desconto e frete grátis, por isso o selecionei).


Vamos estudar e retirar das trevas a arma mais poderosa que detêm contra nós. Sejamos nós mesmos os instrumentos de regeneração de nosso planeta! 


11 de jul de 2016

Nós precisamos de paz

Paz. Palavra simplória. Palavra escanteada pelo subjetivismo desconsertante. 

O que é paz? Talvez a resposta varie muito conforme quem irá responder. Mas uma coisa é certa: todos concordamos sobre sua importância, variando, é claro, o quanto.

E o quanto você preza pela paz? Não estou falando de acabar com as guerras no Oriente Médio, restabelecer a ordem na Síria, exterminar o Estado Islâmico ou controlar as centenas de milhares de pessoas assassinadas friamente no mundo. 

Estou tratando do estado íntimo e individual de cada um de nós. Estado de espírito, estado de consciência, como queira dizer: é aí que a paz faz toda a diferença. 

Quem não tem paz - quem não vive EM paz -, vive mal. Vive perturbado por si mesmo. Pode ser pobre, rico, religioso, ateu, socialista, anarcocapitalista, índio, branco... 

Se você não possui a paz consigo, faça o que faça, estará infeliz. Nada será suficiente. Nada será o bastante a longo prazo. 

Eis porque, penso eu, buscamos vícios e mais vícios. Porque estamos buscando algo que nos contente, que nos preencha a existência. Ah! Ignorância. Ainda somos crianças espirituais... 

Não vamos encontrar a felicidade, a plenitude da vida, em nada que esteja fora de nós mesmos. Clichê, você pode pensar. Se é clichê, é porque já nos disseram inúmeras vezes e, em todas, fechamos os ouvidos.

Ok, ok. Nós precisamos de paz. Mas como conquistá-la? Não se compra no supermercado, não se acorda magicamente com ela. Como, então?

Estar em paz é estar com Deus. Estar em paz é estar em paz com Deus. Com a sua própria consciência, pois você é um só com Ele. Você é perfeito, como um diamante sendo lapidado. Você é Deus.










17 de jun de 2016

A humanidade está regredindo? Por que estamos vendo e sofrendo tantas barbáries? Estamos próximos do apocalipse?

Antes de mais nada, é bom lembrarmos que o espírito não regride jamais. Podemos estagnar, ficarmos em um marasmo moral e intelectual. Contudo, ninguém melhora e depois piora. O que acontece, muitas vezes, é que vemos pessoas melhorando falsamente. Depois, elas aparentemente ''pioram'' - não foi uma piora no sentido literal, pois nunca foram diferentes. Nos revelamos, nos descobrimos. Não pioramos.

E quanto à humanidade? O mesmo vale para nossa a humanidade, é claro.

Somos mais de sete bilhões de espíritos encarnados. Crimes e mais crimes. Acontecimentos chocantes disputam algum destaque nos já banalizados noticiários criminais. Tudo que chega até nós, diariamente, seja pelo rádio, televisão, vizinho, irmão, tio, enfim, em matéria de barbáries, realmente nos faz pensar: o que está acontecendo com a humanidade?

Uma análise menos otimista pode dizer que estamos vivendo a decadência moral. E não é uma inverdade. Por mais que exista exceção, por mais que milhões de espíritos estejam buscando a espiritualidade como nunca antes, o contrário também é veredicto: a maioria da população planetária está se perdendo no materialismo.

Drogas, desequilíbrios no sexo, na educação, na política, na família... E estamos caminhando. Vai piorar. Por alguns anos, continuaremos em queda livre, em todos os sentidos. Quando digo ''continuaremos'', refiro-me a uma grande parte dos espíritos (encarnados ou não), habitantes do globo, ainda que, obviamente, não sejam todos.

E por que isso? 

Porque, literalmente, abriram-se as portas do inferno e ele transferiu-se para cá (superfície planetária). De onde você acha que saíram os bilhões de espíritos que nasceram nas últimas décadas, se há cerca de dois séculos não havia nem um bilhão de pessoas encarnadas?

Bilhões de espíritos estão tendo a última chance de viverem na Terra. Saíram dos umbrais, das diversas camadas umbralinas (o dito ''inferno''), para terem mais uma chance - a última neste planeta - de se adequarem a proposta cósmica de Jesus, o Cristo.

E outros bilhões estão conosco, na dimensão astral, aqui na superfície planetária, impulsionando as brigas, os descontroles, os vícios morais e físicos de toda ordem... Alimentamos e somos alimentados pelo baixo astral. 

Em suma, é como se de fato o inferno houvesse sido transferido para a crosta da Terra. Por pouco tempo! Para sermos todos testados! Para haver a última chance dos renitentes no mal mudarem! Para que se cumpra a mensagem de Jesus quando disse que seria pago ceitil por ceitil! 

Quando isso acaba? Já estamos vivendo o apocalipse. Desde a primeira guerra mundial, dizem uns; desde a segunda guerra mundial, dizem outros; porém o fato é que já estamos. E os momentos de ápice do juízo devem acontecer ainda neste século, provavelmente, arrisco dizer, nesta metade do século. A década de 30 tem tudo para ser decisiva. 

O juízo é justamente a fase pelo qual o planeta passa agora, atrelada ao apocalipse: é a retirada dos espíritos perversos, malignos, resistentes às mudanças. Eles estão sendo deslocados para outros planetas, condizentes com o nível moral que permanecem. 

O atual período é de teste. Provas e expiações: a lei de do Karma é impostergável e seu peso já está sendo sentido pelos ombros de cada um. Causa e efeito - recebemos intensamente as consequências de nossos atos e escolhas. Temos oportunidades de melhora, de caridade e de equilíbrio, pois é isso que se espera da humanidade que permanecer no planeta.

Por mais tenebrosos que sejam os dias, por mais insana que seja a realidade dos valores e dos costumes nas noites rápidas que passarão como um confuso tornado, por mais incerto que seja o que temos ou tínhamos como certo, por mais caro que seja o preço do bem e do amor fraternal, não esqueçamos: Jesus está conosco e espera de nós uma consciência firme o suficiente para vencer o mundo, como Ele venceu, pois nada alterará o seu desígnio de implementar na Terra o seu Reino. Os tempos são chegados e ai daqueles que se negarem de enxergar o que está bem na frente de seus olhos! 

4 de jun de 2016

Precisamos muito falar sobre magia!

Magia, também conhecida por outras palavras, como feitiçaria e mandinga, é nada mais, nada menos do que manipulação energética em proveito de um fim

Explicando de outro modo: utilização de um ritual específico para manipular as energias disponíveis na natureza. Magia é ciência. Uma ciência que a ciência humana ainda não compreende e, portanto, mistificada. Ela obedece a preceitos universais e até mesmo quantitativos.

Dizemos que a magia serve para se obter um fim. Que fins? E que métodos são utilizados para isso?

Eis a questão de ouro. Você pode ser ignorante ou avesso à magia, contudo, saiba que milhões de pessoas ao redor do mundo não são. Pelo contrário, utilizam-na das formas mais grosseiras e degradantes para conseguirem materializar seus interesses mesquinhos e egoísticos. 

Ao longo de milênios, a humanidade veio gradativamente pervertendo a utilização da magia. Não é de agora! Faz realmente muitíssimo tempo. Falhamos e falhamos de forma hercúlea. Rituais macabros e sofisticados abastecem o astral inferior, alimentando multidões de espíritos inferiores, comandados por inteligências avançadas - mas renitentes no mal.

Se não fosse a insistência do homem na utilização negativa da magia, o astral inferior não teria tanta força. Se a tem, é por culpa nossa. Permitimos e patrocinamos tais trocas energéticas - elas vão das mais antigas, como o oferecimento de sangue de animais e pessoas, a outras, avançadas inclusive para nossa ciência, como a manipulação do corpo etérico. Neste último caso, fica claro que magia é ciência.

Você pode ter percebido que há um outro lado. Falamos em magia negativa. Há magia positiva? Existe magia positiva: manipulação das energias da natureza sem desrespeitar nenhuma lei divina e tampouco o livre-arbítrio de alguém. Quando a dupla médium-guia manipula ervas para a cura de um doente que buscou essa ajuda, estamos tratando de um ritual de magia positiva. 

Algum espírita pode dizer que isso não é magia, é a mera aplicação do fluido da planta. Pois bem! Magia é justamente isso, como já vimos: energias da natureza sendo manipuladas ordenadamente (ritual). Magia não é milagre e não é sobrenatural. Segue as regras da natureza, regras químicas, físicas e biológicas. Por isso mesmo afirmei que é ciência. Algumas vezes, regras consolidadas pelo popular e totalmente irracionais para nossa mentalidade. 

Exemplificando e resumindo:

Pessoas materialistas, pessoas que vão à igreja, pessoas que dizem praticar a Umbanda e até o Espiritismo: muitas destas procuram ''pais de santo'', ''magos'', que, mediante a valores previamente combinados, recebem o encargo de realizar um ''trabalho''. 

O ''trabalho'' varia ao infinito. Pede-se de tudo. Separar casal. Unir casal. Emprego. Tirar do caminho um adversário. A morte de alguém... Tudo isso se pede aos ditos ''pais de santo'' e ''magos''. Bem remunerados, eles fazem. Dependendo de quem é a vítima, se há brecha cármica, os resultados são alcançados. Outras vezes, os resultados são nulos - os resultados também variam ao infinito.

E sobre quem mandou fazer isso? A pessoa que faz e/ou manda fazer um ritual de magia para atingir alguém está marcando em seu carma um processo que precisará ser recuperado. É a lei da Ação e Reação. Não há como escapar.

Desde os mais inocentes ''abafamentos'' e ''adoçamentos'', aos macabros e sanguinolentos rituais para se tirar a vida de ''inimigos'', nenhum ritual de magia que desrespeite as Leis Divinas será inocentado pela consciência de seu praticante (e/ou mandante).

Magia é coisa séria. Magia não é brincadeira e não deve ser utilizada para você melhorar sua vida como uma moeda de troca. Nenhum trabalho de magia vai dar a você dinheiro, emprego ou saúde. Pode, pelo merecimento, ajudá-lo a conquistar isso, contudo, somente se houver o merecimento e o seu interesse real (no caso dos praticantes de religiões que trabalham com a magia, como a Umbanda, por exemplo. Vale ressaltar que a magia utilizada pela Umbanda não desrespeita as Leis Divinas). Trabalhos do astral inferior são ilusórios e temporários. Os espíritos que ''trabalham'', recebendo esses rituais não têm potência para dar nada a você.

Não busque na magia as respostas e as soluções de sua vida. Não busque o amor na magia. Não busque manipular quem quer que seja utilizando magia - mesmo se os motivos parecerem nobres a você. Não. Não é motivo para você se valer de rituais mágicos, como o famoso adoçamento.

Existem Leis. As Leis Divinas (Leis Naturais). As mesmas Leis que mantêm a magia. Essas leis não são quebradas ou enganadas. Se você fez, você recebe. Como diz o ditado popular, ''aqui se faz, aqui se paga''. Isso vale integralmente para a magia.

Cuidado. O barato costuma sair caro e as ilusões deste mundo são tentadoras, mas levam todas a mesma porta - à porta do abismo. Só há uma saída, a luz da consciência. 

Magia sem consciência e em desalinho com as Leis do Criador não vale a pena. Mais vale não entendê-la e não praticá-la. Você não precisa de magia se não puder compreendê-la.
______________________________________________________________________

OBSERVAÇÃO:

Escrever sobre magia não é uma tarefa simples, pois é há algo que merece um livro e não um mero texto de poucas linhas. Por isso, é claro que precisei condensar e resumir ao máximo. Peço desculpas por possíveis falhas ou omissões. Em outra oportunidade, tentarei falar sobre os símbolos (indissociáveis da magia).

25 de mai de 2016

As trevas querem você limitado

O título pode soar estranho para alguns: trevas? Explicando: Por trevas, devemos entender a legião (é numerosa!) de espíritos que exercem conscientemente seus planos de controle sobre nós, encarnados e desencarnados.

Existe um contingente de espíritos habilidosos, intelectualizados e ágeis, que se esforçam cada vez mais para manter o poder que têm. Sim, esses espíritos - organizados em diversas hierarquias - são extremamente influentes e aproveitam de nossa baixeza moral para se abastecerem energicamente.

Os vícios, os pensamentos desordenados, a vida mesquinha: são elementos de combustível a tais espíritos. Eles vampirizam inteligentemente nossas forças vitais.

Sendo assim, é importante para eles que nós continuemos os mesmos. Não precisamos mudar. Justamente: só precisamos continuar agindo da forma mais robótica e materializada possível. Simples, não? Nada trabalhoso ou desgastante.

Veja bem: o que mais preocupa a esses espíritos não é o quanto você está lendo sobre a Doutrina Espírita, sobre a Doutrina Secreta, sobre a Bíblia. Não! Definitivamente, não. Isso pode ser de interesse, e geralmente o é, mas secundário.

O que mais preocupa as trevas é o quanto você está disposto a colaborar menos com eles. Por isso, o conhecimento influencia, porém não é a palavra final.

Os esclarecimentos espiritualistas e religiosos têm por fim elucidar nossa consciência da importância disso tudo. De como somos frágeis e pequenos ainda. Que precisamos nos esforçar para mudar. Eis, portanto, que o conhecimento é uma chave, renegada por nós em diversas instâncias. É mais cômodo apenas pegar a chave e andar com ela no bolso, sem abrir a gloriosa porta que ela desvenda. 

Se você está se interessando em ajudar os outros, a si mesmo, se você está se interessando mais em estender a mão do que julgar, isso que faz toda a diferença... Clichê? Pois, repito, é justamente coisas simples como essas que fecham as portas para as trevas nos acessarem. O esforço moral que nos aproxima de Deus e nos distancia da matéria.

As trevas desejam que nossos pensamentos sejam sempre os mais mesquinhos possível. Que olhemos os outros com maledicência e reprovação. Que nossa rotina seja resumida a comer-reproduzir-dormir. Que de forma alguma trabalhemos pelos outros. Que de forma alguma descubramos a paz de espírito ou algo próximo da felicidade. Ou seja, as trevas desejam para nós o mesmo caminho que eles, por ora, escolheram seguir: o caminho da contramão do progresso.

Estagnação. Essa é a palavra de ordem que querem para você. Nada de progresso. Nada de vislumbrar novos horizontes - somente o grosseiro horizonte terreno. Nada de saber se redimir, de mudar. Nada de querer ser melhor. 

E aí, a quem você quer servir?

21 de mai de 2016

Reclamar é um vício; lamentar-se é irracional

Há quem reclame só de vez em quando. Há quem reclame quando está irritado ou depressivo. E há quem reclame o tempo inteiro, sem nem se dar conta do fato. 

A pessoa disposta reclamar constantemente sequer tem consciência do fato. Experimente perguntar diretamente a ela, por exemplo... 

E você? Você tem consciência do quanto reclama? Não importa em qual nível dos elencados acima você se considerou encaixado: pelo menos tem consciência real do quanto reclama?

É uma pergunta que muda vidas. Ao percebermos que reclamos em demasia, todo o tempo, ficamos até envergonhados. Se você não fica, conte-me o segredo! 

Ainda há outra reflexão até mesmo mais benéfica: quem reclama, quem se queixa, quem se lamenta (todos nós!), faz isso por algo. E, como sabemos, as queixas não alteram a realidade.

O que nós estamos fazendo para alterar a origem de nossas queixas, o mal que nos aflige? O quanto de nossa inteligência, esforço e perseverança nós estamos empenhando para alterar o que nos desgosta?

Responda sinceramente. Na pior das hipóteses, você vai perceber que não está disposto a mudar. Pelo menos não ainda. E isso pode, no mínimo, ajudá-lo a reclamar menos.

Precisamos aceitar nossos fracassos para pararmos de terceirizá-los (com familiares, amigos, o destino, Deus ou os espíritos). Somos autores de nossa própria falência.